quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Eu quero MENOS, mas quero MAIS.


Eu bebo demais, gasto sem critérios, fico acordado até muito mais tarde,
acordo muito cansado, leio muito pouco,
assisto NOVELA demais e rezo raramente.
Multiplico meus bens, mas reduzo meus valores.
Eu falo demais, amo raramente,
odeio freqüentemente.
Aprendo a sobreviver, mas não a viver.
adiciono anos à minha vida e não vida aos meus anos.
Fui e voltei fora do Brasil, mas temos dificuldade
em cruzar a rua e conhecer um novo vizinho.
Conquisto o espaço, mas não o meu próprio.
Fiz muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
escrevo mais, mas aprendo menos, planejo mais, mas realizo menos.
Aprendo a me apressar e não, a esperar.
Busco lucros acentuados em relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios,
casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas,
fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas,
dos cérebros ocos e das pílulas “mágicas”.
Um momento de muita coisa na vitrine
e muito pouco na PANELA.
Conheço muitas pessoas nas baladas, que não olham pra minha estrutura abalada.
Conheço muitas pessoas que não me dizem a verdade apenas por vaidade.
Quero começar tudo de novo, o constante jogo do vai e vem, o mundo gira e quem não se prepara acaba rodando!
O futuro é resolvido por si mesmo, o destino pertence aos que lutam, hoje terei uma tarefa a realizar, se ainda me restar algo a ser feito, não me desesperarei!
Apenas deixarei que o vento sopre ao meu favor!
Mais lutarei contra os ventos que querem fazer minha esperança desmoronar, nem que tenha que mover céus e mares!

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